quinta-feira, julho 21, 2005

Tempo

O Tempo tem cheiros.
Cheiros de perfumes que já não existem. Que usamos há muito tempo e que nos recordam uma atmosfera passada - amigos, ambientes, lugares, cumplicidades, olhares, esperanças. A nossa "idade da inocência".
No outro dia reencontrei-me com um desses cheiros quando descobri um frasco de um perfume que usei durante muitos anos e que já não existe - Drakkar Noir.
O Tempo tem cheiros que não nos saiem da cabeça.